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Vai dar o que falar o sigilo quebrado de Eduardo Pazuello e mais 19 pessoas

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Aprovada pela CPI da Covid, nesta quinta (10), a quebra do sigilos telefônico e telemático (redes da internet) do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, 19 pessoas e empresas podem escancarar e reforçar as provas da responsabilidade do governo Bolsonaro no descontrole da crise da pandemia.

Com acesso a ligações realizadas e recebidas, e com dados de acesso e troca de mensagens, a CPI poderá ter um maior conhecimento de como essas pessoas e empresas agiram, de fato, no tratamento da pandemia.

Além de Pazuello, serão alvos da quebra Ernesto Araújo (ex-Relações Exteriores), integrantes do chamado “gabinete paralelo” como o médico Paulo Zanotto.

Outro personagem de destaque é o empresário bilionário Carlos Wizard, que fazia aconselhamento ao ex-ministro da Saúde, defendia o “tratamento precoce” e era contrário ao lockdown. Por isso, chegou a ser indicado para ocupar um cargo formal no Ministério.

A LISTA

Foram quebrados os sigilos telefônico e telemático de outras 17 pessoas: Mayra Pinheiro, secretária do Ministério da Saúde conhecida como “capitã cloroquina”; Filipe G. Martins, assessor especial da Presidência; Nise Yamaguchi, médica defensora da cloroquina que fazia parte do chamado “gabinete paralelo”; Francieli Fontana Fantinato, coordenadora do Plano Nacional de Imunização; Antônio Elcio Franco Filho, ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde. Zoser Hardman, ex-assessor especial do Ministério da Saúde; Túlio Silveira, representante da Precisa Medicamentos; Paolo Zanotto, médico; Marcellus Campêlo, ex-secretário de Saúde do Amazonas; Luciano Dias Azevedo, médico; Hélio Angotti Neto, ex-secretário do Ministério da Saúde; Francisco Ferreira Filho, coordenador do Comitê da Crise do Amazonas; Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos; Flávio Werneck, ex-assessor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde; Camile Giaretta Sachetti, ex-servidora do Ministério da Saúde; Arnaldo Correia de Medeiros, secretário do Ministério da Saúde; Alexandre Figueiredo Costa e Silva Marques, auditor do Tribunal de Contas da União (TCU).

Também serão investigadas a Associação Dignidade Médica de Pernambuco e as empresas PPR, Calya/Y2 e Artplan, pois trabalham para a Secom [comunicação do governo].

Com informações do G1 e UOL

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