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Não foi no grito; foi na luta do 2 de Julho que a Independência se consolidou

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No dia 7 de setembro de 1822, Dom Pedro I proclamou a Independência do Brasil, com um grito às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo. Para os baianos, o 2 de Julho representa a consolidação da nossa libertação de Portugal. Foi nesse dia, em 1823 com duras batalhas, que os baianos expulsaram definitivamente as tropas portuguesas de Salvador e do País.

Desse feito surgiu o belo Hino ao 2 de Julho, de José dos Santos Barreto e Ladislau dos Santos Titara: “Nasce o sol ao 2 de Julho. Brilha mais que no primeiro! É sinal que neste dia até o sol, até o sol é brasileiro. Nunca mais, nunca mais o despotismo regerá, regerá nossas ações! Com tiranos não combinam brasileiros, brasileiros corações!”

Todos os anos (antes da pandemia), milhares de baianos e baianas acompanhados por turistas saem às ruas do Centro Histórico de Salvador. A data também é festejada em outras cidades, como Cachoeira. A Independência da Bahia é a grande vitória, após uma guerra que durou mais de 17 meses (fevereiro de 1822 a julho de 1823). Assim, foi consolidada a separação entre Brasil e Portugal.

A Bahia realiza uma grande festa popular, ligada às causas do povo, e exalta seus heróis e heroínas, como Maria Quitéria, Maria Felipa, Joana Angélica, o Corneteiro Lopes, João das Botas e General Labatut. Além das figuras do Caboclo e da Cabocla, representando o povo composto de brancos pobres, negros libertados e pessoas escravizadas.

É dia de saudar o povo baiano, homens e mulheres que carregam o legado da Independência para seguirem lutando por uma sociedade desenvolvida, igualitária e mais justa socialmente. Salve o 2 de Julho!

A Redação

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