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“Aceita que dói menos”, Anvisa; Bahia e Maranhão apresentam novos documentos da vacina

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Em mais uma tentativa de convencer à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), os governos da Bahia e do Maranhão apresentaram, nesta sexta (21), novos documentos para pedido de importação da vacina russa Sputnik V, já fabricada no Brasil para exportação.

A solicitação foi baseada na legislação que permite a importação pelo Brasil, em caráter excepcional, de vacinas permitidas por outras autoridades sanitárias. A Sputnik V já foi autorizada em 66 países com uma população total de mais de 3,2 bilhões de pessoas.

O argumento da Anvisa é de que não houve comprovação de segurança e eficácia, e que não houve evidência de que o adenovírus usado na fabricação do imunizante não teria capacidade de replicação no corpo dos pacientes. A tese é questionada pelo o Instituto Gamaleya e o Fundo de Investimento Direto da Rússia. Eles afirmam que há segurança e eficácia, e que o imunizante não possui risco de replicação do adenovírus.

Segundo o presidente do Consórcio Nordeste, Wellington Dias (governador do Piauí), o documento entregue comprova que a Sputnik V preenche todos os requisitos internacionais. “Agora, esperamos que a Anvisa cumpra a Lei 14.124/21, que autoriza a importação excepcional de imunizantes já aprovados em outros países e dê seu parecer favorável para o uso da vacina no Brasil”, explicou Dias.

Se aceitar, vai doer menos, especialmente no povo brasileiro, que espera ser vacinado.

Com informações do Vermelho

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