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Ministério precisa explicar Gleisi e Manuela mortas no cadastro do SUS

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Coincidentemente, uma série de alterações no cadastro do SUS afetou alguns políticos da esquerda. Guilherme Boulos (Psol) teve as informações pessoais modificadas e registradas ofensas à família. O nome do pai dele, por exemplo, foi trocado para “Kid Bengala”. O Ministério da Saúde disse que verificou alteração na base Cartão Nacional de Saúde, realizada por uma pessoa credenciada para utilizar o sistema.

Depois, a presidenta nacional do PT, deputada federal Gleisi Hoffmann, denunciou que ela constava como morta no cadastro do SUS, o que a impediu de tomar a segunda dose da vacina contra a Covid-19. O problema foi resolvido dois dias depois.

Agora, Manuela d’Ávila (PCdoB) anunciou que apareceu como morta em seu cadastro. A ex-candidata a vice-presidenta descobriu quando foi se vacinar e compartilhou uma foto de sua página no SUS nas redes sociais, onde consta uma “data de óbito”: 14 de outubro de 2018. Ela atribuiu o erro a um suposto ataque hacker de 2019, quando foram vazados os dados pessoais de 2,4 milhões de usuários do SUS.

Manuela anunciou que entraria na Justiça para corrigir seu cadastro no SUS.
“Sobre a alteração do meu cadastro no Ministério da Saúde: ingressarei com ação judicial para que seja corrigida a minha inscrição no SUS. Além disso, espero que seja responsabilizada a pessoa que praticou o crime de adulteração. Para tanto, estamos estudando medidas cabíveis”, disse a ex-deputada federal.

São três fatos coincidentes contra lideranças políticas nacionais que precisam ser explicados pelo Ministério da Saúde.

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