DestaquesGeral

Desligamentos por morte no emprego pede valorização do trabalho e da vida

0

Em seu Boletim Empego em Pauta, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) mostra algo preocupante no atual mundo do trabalho: o crescimento do desligamento por morte no emprego.

Nos primeiros trimestres de 2020 e 2021, Brasil cresceram em 71,6% os desligamentos dos empregos regidos pela CLT, nessa situação. Passaram de 13,2 mil para 22,6 mil.

O que se vê, na verdade, é uma crescente precarização das condições de trabalho em nosso país. A partir da reforma trabalhista do governo Michel Temer e sua intensificação na gestão de Jair Bolsonaro, observa-se que não gerou os empregos prometidos e piorou a situação dos trabalhadores e das trabalhadoras.

DADOS ESPECÍFICOS

Nas atividades de atenção à saúde humana, o aumento foi de 75,9%, saindo de 498 para 876. Entre enfermeiros e médicos, a ampliação chegou a 116,0% e 204,0%, respectivamente. Na educação, o crescimento foi de 106,7% e em transporte, armazenagem e correio, de 95,2%.

Entre todas as atividades econômicas, as que apresentaram maior crescimento no número de desligamentos por morte estão: educação, com 106,7%, transporte, armazenagem e correio, com 95,2%, atividades administrativas e serviços complementares, com 78,7% e, saúde humana e serviços sociais (agregado), com 71,7%.

Por tudo isso, é importante a luta das centrais e dos sindicatos para que o Brasil tenha um novo projeto nacional de desenvolvimento e crescimento econômico com valorização do trabalho.

VEJA AQUI O ESTUDO DETALHADO

Compartilhe no WhatsApp

Bahia recebe 629 mil novas doses de vacinas, mas secretário mostra preocupação

Previous article

Nova geração da política fica sem Bruno Covas

Next article

You may also like

Comments

Leave a reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.