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Lira cogita adiar votação e deputado denuncia ameaças por se opor a voto impresso

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Depois de considerar uma “trágica coincidência” a exibição de veículos militares blindados na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, no mesmo dia em que o plenário da Câmara analisará a PEC do voto impresso, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), cogita adiar a votação.

Em entrevista ao site “O Antagonista”, nesta segunda (9), Lira afirmou que o adiamento pode acontecer se houver pedido dos líderes partidários.

Parlamentares de oposição reagiram ao desfile militar e acionaram a Justiça para pedir a sua proibição. A oposição defende, no entanto, que a PEC seja votada e rejeitada o quanto antes para botar fim ao inflamado debate sobre o tema.

AMEAÇAS

Outro fato vinculado a votação do voto impresso envolve o deputado federal Nereu Crispim (PSL-RS). Após afirmar no Twitter que votará contra a proposta, ele teria recebido ameaças para que acompanhasse os colegas na votação do projeto que deve ser derrubado na Casa.

“Depois de receber várias ameaças querendo me impor a votar a favor do voto impresso acabei de tomar uma decisão! Voto contra! Essa proposta está contaminada de autoritarismo, tirania e ódio! Se zelassem pela democracia, até poderia avaliar! Brasil acima de todos!”, declarou o parlamentar.

Na publicação, Crispim mencionou o deputado federal Marcelo Ramos (PL-AM), que compartilhou a decisão e afirmou que “a democracia e a independência da Câmara se reafirmarão amanhã”

Com informações de O Globo

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