O governo Lula (PT) negou, neste sábado (25), vistos a dois funcionários norte-americanos: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes, e o subsecretário adjunto Samuel Samson.
Segundo o governo, o Departamento de Estado norte-americano enviaria os dois funcionários ao Brasil para conversar com autoridades eleitorais para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro. Isso foi considerado como instrumentalização política a visita nesse contexto eleitoral.
Coincidentemente, o questionamento às urnas eletrônicas voltou com o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que divulgou informação falsa sobre as urnas brasileiras. Em evento com diplomatas em Brasília, no dia 21/7, ele disse que os equipamentos brasileiros seriam da empresa venezuelana Smartmatic, mas não apresentou provas.
PARTIDOS ACOMPANHAM
Mais uma vez, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou que essa empresa forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos. Segundo o TSE, as urnas foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, são produzidas sob “coordenação” do TSE, por empresas selecionadas em licitações públicas com ampla concorrência.
Os partidos também acompanham todos os procedimentos envolvendo o funcionamento das urnas, inclusive no dia das eleições, com a zerézima (relatório emitido em cada seção eleitoral antes do início da votação). Ele atesta que não existe voto registrado na urna eletrônica para nenhum dos candidatos da disputa.
com informações da Agência Brasil
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