Segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), a Bahia teve oito empregadores incluídos na ‘lista suja’ do trabalho escravo. A lista foi divulgada pelo governo federal nesta terça (6).
O estado ficou em segundo lugar no ranking, atrás apenas de Minas Gerais, que teve 19 novos nomes. A “lista suja” é o Cadastro de Empregadores que submeteram trabalhadores a condições análogas à escravidão. O documento é divulgado duas vezes por ano, em abril e outubro.
Cerca de 82 empregadores foram incluídos no cadastro: 54 pessoas físicas e 28 empresas, entre 2024 e 2026, em 21 estados. Foram resgatados 553 trabalhadores.
Os novos nomes:
>> Colonial Construtora e Incorporadora Ltda., de Camaçari (3 trabalhadores);
>> Cremilda Souza Lopes, de Itacaré (1 trabalhador);
>> G L Distribuidora e Transportes Ltda., de Lauro de Freitas (2 trabalhadores);
>> Jaime Olinda da Costa, de Itapicuru (1 trabalhador);
>> Maria Sonia Dias Cardoso, de Poções (1 trabalhador);
>> Onerio Castanha (4 trabalhadores);
>> Silvio Raimundo Cardoso de Nora, de Itajuípe (1 trabalhador);
>> Viviane de Oliveira Andrade (1 trabalhador).
De acordo com o MTE, as atividades com maior número de empregadores incluídos foram: criação de gado para corte (8 casos); serviços domésticos (7); produção de carvão vegetal e de café (6); e construção de edifícios (5).
Os nomes só entram na lista após a conclusão do processo administrativo, com decisão definitiva e sem possibilidade de recurso. Os empregadores permanecem no cadastro por dois anos.
com informações do Metro1
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