A Bolsotini Chocolates, que tinha Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como sócio, fez um acordo judicial de R$ 30 mil para encerrar uma ação movida por uma balconista grávida que trabalhava sem carteira assinada. Segundo informações dos autos do processo trabalhista, levantados pelo site Amado Mundo, ela foi demitida poucos dias depois de informar que estava grávida.
Essa é a verdadeira face do candidato a presidente que falou que sua proposta para os trabalhadores e as trabalhadoras do Brasil é implantar o trabalho por hora, com salário, 13º e férias proporcionais às horas trabalhadas.
Na loja de Flávio Bolsonaro, a funcionária trabalhava de segunda a domingo, com uma folga semanal, e recebia salário de R$ 1.100. Segundo o processo, o vínculo não havia sido formalizado e não eram realizados recolhimentos como os do FGTS e da Previdência Social.
Na Justiça do Trabalho, Flávio Bolsonaro e seu então sócio Alexandre Santini optaram por um acordo para encerrar a disputa. O pagamento de R$ 30 mil foi estabelecido em conciliação homologada pela Justiça, um ano depois do desligamento. A loja encerrou as atividades em março de 2021.
com informações da Revista Fórum
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