Neste mês faz cinco anos que Itabuna eliminou o antigo lixão a céu aberto e implementou um sistema de coleta seletiva que transformou a realidade de famílias de catadores. A medida atende ao Marco Legal de Saneamento Básico e viabilizou a criação da Associação dos Agentes Ambientais (AACRRI).
Atualmente, a cidade usa um Centro de Triagem, ecopontos e destina os resíduos ao aterro sanitário CVR Costa do Cacau. Essa mudança estrutural acabou com décadas de degradação ambiental e riscos à saúde pública na região sul da Bahia.
APOIO INSTITUCIONAL E GARANTIA DE DIREITOS
A Defensoria Pública do Estado mantém uma parceria para resguardar os direitos dos associados da AACRRI. A assistente social Andrea Reis confirma que o órgão oferece suporte jurídico constante e ajuda na regularização administrativa da entidade. Além disso, a DPE-BA media o diálogo entre os trabalhadores e o poder público facilitando o acesso a novas políticas sociais.
A articulação envolve ainda o Conselho Municipal de Meio Ambiente e o Centro Público de Economia Solidária (CESOL). Estas parcerias resultaram na conquista de uma sede própria, o que proporciona estrutura digna e melhores condições logísticas para a triagem.
Os trabalhadores agora processam materiais recicláveis em um ambiente adequado e com equipamentos profissionais de proteção.
PERSPECTIVAS PARA A COLETA SELETIVA
O grupo busca novos investimentos para modernizar a infraestrutura e aprimorar a capacidade de processamento de plásticos, papéis e metais. A consolidação da sede própria como espaço de referência marca uma nova era de respeito aos agentes ambientais em Itabuna.
Com informações da Prefeitura
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