Está chamando atenção a ida de Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos para assistir Brasil X Escócia pela Copa do Mundo. Intriga a explicação apresentada sobre os ingressos, que teriam sido dados por um “amigo”.
Segundo levantamento feito pelo repórter Luiz Carlos Azenha, os ingressos mais exclusivos para a partida custam cerca de US$ 35 mil cada, o equivalente a cerca de R$ 180 mil.
O problema é que se trata de um senador da República e candidato a presidente. É um presente de alto valor recebido por um agente público em pleno exercício do mandato.
QUEM É O AMIGO DO SENADOR?
O envolvimento de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro e outras situações ligadas ao pagamento de coisas pessoais do senador, pagas por terceiros, levanta a pergunta: Quem é esse amigo? Qual a relação que mantém com o senador? Há interesses econômicos ou políticos envolvidos? Essas são perguntas naturais diante de uma situação que exige transparência.
Flávio já alegou ter sido beneficiado por “amigos”. Em um dos episódios mais conhecidos, um amigo miliciano teria pagado uma prestação de um apartamento do então deputado estadual e sua esposa em Laranjeiras, Rio de Janeiro.
Também permanecem na memória pública as suspeitas de lavagem de dinheiro na “lojinha” da Kopenhagen que ele mantinha na Barra da Tijuca, tema que foi objeto de reportagens e investigações ao longo dos últimos anos.
Agora, surge mais um “amigo generoso”.
com informações da Revista Fórum
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