Os Estados Unidos seguem ameaçando o STF para defender Jair Bolsonaro. Após a Embaixada dos Estados Unidos no Brasil publicar criticas as medidas do ministro do Supremo, Alexandre de Moraes, o vice-presidente Geraldo Alckmin, se reuniu com o encarregado de negócios dos EUA, Gabriel Escobar.
A reunião ocorreu fora da agenda, em Brasília, no mesmo dia em que o perfil da embaixada no X compartilhou grave ameaça ao Judiciário, feita por um alto funcionário do governo de Donald Trump. Antes, Darren Beattie, assessor do presidente dos EUA, atacou o ministro Alexandre de Moraes e tentou intimidar seus aliados.
“O ministro Moraes é o principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores. Suas flagrantes violações de direitos humanos resultaram em sanções pela Lei Magnitsky, determinadas pelo presidente Trump. Os aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas estão avisados para não apoiar nem facilitar a conduta de Moraes. Estamos monitorando a situação de perto”, escreveu Beattie.
EDUARDO BOLSONARO COMEMORA
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que conspira nos EUA e articula as medidas de Trump contra o Brasil, comemorou, ressaltando que “aliados de Moraes em qualquer lugar” também seriam alvo. A ofensiva contra o Judiciário brasileiro acontece desde que Moraes decretou a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.
Tudo isso por conta do tarifaço de 50% imposto por Trump a produtos brasileiros, medida que ameaça setores como carne, café, calçados e couro. Geraldo Alckmin disse que o governo prepara um plano de contingência para amenizar as perdas, previsto para ser anunciado até terça (12).
com informações da Revista Fórum
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