Se antes era vista como boa a estratégia de mandar Eduardo Bolsonaro para os Estados Unidos para articular pressão sobre o Brasil e intimidar os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), agora Jair Bolsonaro e seus aliados estão vendo que a coisa deu errado.
As sanções econômicas contra o Brasil despertaram na sociedade um sentimento de defesa da soberania, bem direcionado pelo presidente Lula (PT). Além de ter caído a máscara dos bolsonaristas de patriota, com o apoio absurdo aos Estados Unidos.
Mesmo as punições, com base na Lei Magnitsky, não emedrontaram o STF. Os ministros da Corte se mantiveram firmes no cumprimento da lei ao condenar Bolsonaro e os outros sete réus da trama golpista à prisão. A insistência de Eduardo Bolsonar em seguir conspirando contra o próprio país, só piorou a situa do próprio pai.
CALAR A BOCA
Para piorar, a Procuradoria-Geral da República apresentou ao Supremo uma denúncia contra Eduardo Bolsonaro, por coação em processo judicial. O Conselho de Ética da Câmara abriu um processo contra o deputado, que recebe salários sem participar das sessões da Casa.
Toda essa situação fez Jair Bolsonaro perceber o erro. Impedido pela Justiça de falar com o filho, ele mandou o deputado calar a boca, segundo uma apuração da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
Isso porquê quanto mais ele fala, piora a situação do ex-presidente, que já foi avisado de que as ameaças podem tirar dele a possibilidade de cumprir prisão em casa. É aquela história: se não ajuda, deixa de atrapalhar.
com informações do iG/ Matheus Pichonelli
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