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Projeto da UFBA fortalece Programa Bahia sem Fome

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O Programa Bahia Sem Fome ganhou o importante apoio da Ufba. A professora de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, da Escola de Nutrição, Virgínia Machado, coordena o projeto de extensão “Educação Alimentar e Nutricional em Comunidades” e a ação curricular “Nutrição, Gastronomia e Comunidade”.

As atividades com oficinas já aconteceram no bairro de Águas Claras, em Salvador, com 20 mulheres no Movimento Cultural de Águas Claras (Moca), e na Boca do Rio, na Comunidade Kolping São Francisco de Assis. Elas são realizadas por uma equipe formada por Virgínia Machado, que é nutricionista, e mais três outras professoras de Gastronomia: Tereza Cristina de Oliveira, Mariana Melo e Andrea Sgrillo.

“Pelo próprio nome das atividades, dá para perceber o quanto somos articulados com o Programa. “Quando foi lançado, vimos uma possibilidade de trabalhar a questão da segurança alimentar e nutricional de modo articulado com o Programa. A ACCS não é uma ação ligada ao Bahia Sem Fome, mas propõe a discussão de temas relacionados à alimentação adequada e aos princípios do Guia Alimentar da População Brasileira”, explica.

Segundo a professora, é preciso popularizar cada vez mais o Guia Alimentar, reeditado em 2014 e que, é um dos melhores guias do mundo. “Como vamos pensar a alimentação saudável? A partir das informações já disseminadas pelo Guia”, assegura.

MÃOS NA MASSA

O trabalho nas comunidades com oficinas gastronômicas tem foco nas habilidades culinárias e nas discussões sobre a alimentação. A partir do contato da comunidade com o Guia Alimentar, inicia-se um processo de discussão sobre qual produção de comida pode ser desenvolvida.

Para a professora, é preciso pensar alimentação saudável em termos nutricionais, social e ambientalmente sustentável: “nossa proposta é fazer uma discussão mais ampla sobre alimentação. As pessoas que participam das oficinas se tornam mais autônomas para escolher o que comer, mas devem também se atentar para a exigibilidade do direito humano a ter uma alimentação adequada”.

Outra discussão feita nas comunidades é sobre o potencial das cozinhas comunitárias, pensando na produção e fornecimento de alimentos, e na mobilização para pensar esse direito humano à alimentação adequada e como garanti-lo.

“Na Comunidade Kolping, na Boca do Rio, vamos desenvolver estudos sobre quais estratégias de aproveitamento integral dos alimentos e receitas que eles têm produzido. Vamos fazer uma avaliação dessas receitas pensando em como aquilo que é feito de modificação reverbera em um melhor perfil nutricional e propor mudanças para aquilo que pode ser melhorado”, afirma Virgínia Machado.

com informações da Tribuna da Bahia

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