Depois da taxação de 50% para produtos brasileiros e ataque ao Pix, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segue tentando afrontar a soberania do Brasil. Agora, revogou os vistos de integrantes do governo ligados ao Mais Médicos. Logo após, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu o programa. “O Mais Médicos sobreviverá aos ataques injustificáveis de quem quer que seja”, disse.
Padilha destacou o papel do programa e dos profissionais afetados. “O programa salva vidas e é aprovado por quem mais importa: a população brasileira. Não nos curvaremos a quem persegue as vacinas, os pesquisadores, a ciência e, agora, duas das pessoas fundamentais para o Mais Médicos na minha primeira gestão como Ministro da Saúde, Mozart Sales e Alberto Kleiman”, disse em postagem nas redes sociais.
A justificativa do governo de Donald Trump foi de que eles desempenharam um papel na implementação do programa enquanto trabalhavam no Ministério da Saúde do Brasil e que são cúmplices “com o trabalho forçado do governo cubano” por meio do programa.
É importante lembrar que a relação contratual era diferente e realizada entre os governos do Brasil e de Cuba, cujos médicos eram considerados funcionários do Estado cubano. Os profissionais da ilha caribenha foram essenciais para fazer chegar atendimento médico a lugares longes, municípios do interior, periferias das cidades e nas florestas brasileiras, atendendo comunidades indígenas e de povos tradicionais.
com informações da Agência Brasil
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