Brasília e os políticos, especialmente da direita, estão em pânico. Nesta quarta (18), o líder do escândalo do Banco Master, Daniel Vorcaro, sinalizou oficialmente o desejo de firmar um acordo de delação premiada.
A atitude ocorre logo após a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formar maioria para manter sua prisão e o ministro André Mendonça prorrogar o inquérito por mais 60 dias para a realização de diligências “imprescindíveis”.
Essa mudança de estratégia se deve a troca de sua banca de defesa. Entrou José Luís Oliveira Lima, o “Juca”, conhecido por ter costurado delações históricas, como a de Léo Pinheiro (OAS) na Lava Jato. Ele já se reuniu com a cúpula da Polícia Federal e com o ministro relator para indicar que seu cliente está disposto a realizar uma “delação séria e completa”, sem qualquer intenção de poupar envolvidos, independentemente do cargo que ocupem.
MONITORADO
Desde que foi transferido para a Penitenciária Federal em Brasília, Vorcaro está sendo mantido em uma cela de observação com paredes transparentes na ala de saúde da unidade.
A estrutura permite o monitoramento visual constante pelos agentes, uma medida adotada já que a legislação brasileira proíbe câmeras internas, mas o sistema federal exige vigilância total sobre o estado emocional de presos de alta periculosidade ou relevância.
com informações do g1
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