Aos 59 anos, o ex-governador da Bahia Rui Costa tomou posse, neste domingo, 1º, como ministro-chefe da Casa Civil do governo Lula. E terá a grande missão de coordenar os outros 36 ministros, poden ser, para analistas, o gerente do ministério e até mesmo uma espécie de primeiro-ministro.
Rui mostrou ser um gestor pragmático e capaz de coordenar grande e diversificado gabinete ministerial e potencial candidato a presidente em 2026. A história comprova que o cargo tem papel estratégico para o jogo político. Instalada no Palácio do Planalto, a pasta tem funções essenciais para o funcionamento do governo federal, o ajudando a gerenciar e a integrar todas suas funções.
Mesmo antes da posse, Rui já vinha falando pelo governo. Em 17 de dezembro, o então indicado a ministro anunciou o desenho final da Esplanada com 37 ministérios. Após reunião com Lula, ele mostrou detalhes sobre o desmembramento de pastas, com o compromisso de não criar cargos, arranjo que foi confirmado depois.
O ministro baiano também já estava cuidando de questões como a ocupação da residência oficial da Granja do Torto. Outra prova de prestígio de Rui foi a decisão de Lula de confiar a ele o papel de supervisionar o Bolsa Família e outros programas de assistência. O Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), antes no Ministério da Economia, também será abrigado na Casa Civil.
com informaçõe de A Tarde
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