Dados divulgados nesta segunda (23), pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), mostram que o mercado imobiliário fechou 2025 com resultados históricos. Foram lançadas 453.005 unidades residenciais, um crescimento de 10,6% em relação a 2024, enquanto as vendas somaram 426.260 unidades, alta de 5,4%.
Para a CBIC, o programa Minha Casa, Minha Vida teve papel central no desempenho do ano passado ao responder por 52% dos lançamentos e 49% das vendas no quarto trimestre. Foi o principal motor do setor. O setor imobiliário registrou um Valor Geral de Lançamentos (VGL) de R$ 292,3 bilhões e um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 264,2 bilhões.
Além disso, a oferta de imóveis (o estoque disponível para comercialização) cresceu 8% entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, encerrando o ano com 347.013 unidades. O último trimestre de 2025 consolidou a tendência de crescimento e registrou recordes trimestrais. Entre outubro e dezembro, os principais indicadores atingiram os seguintes patamares:
>> Lançamentos: 133.811 unidades, alta de 18,6% em relação ao trimestre anterior;
>> Vendas: 109.439 unidades comercializadas no período;
>> Valor Geral de Vendas (VGV): R$ 67,2 bilhões no trimestre.
MINHA CASA, MINHA VIDA
Segundo a CBIC, foram lançadas 224.842 unidades no Minha Casa, Minha Vida ao longo de 2025, alta de 13,5% em relação ao ano anterior. As vendas somaram 196.876 unidades, avanço de 15,9% no período.
O orçamento e os desembolsos do FGTS atingiram o maior patamar histórico em 2025, somando R$ 142,3 bilhões, abaixo apenas da dotação prevista para 2026, de R$ 160,5 bilhões. Para 2026, o cenário tende a ser mais favorável, apesar dos juros altos. Isso porquê o governo Lula (PT) definiu a meta de contratar 3 milhões de unidades no programa até o fim do ano,
com informações do g1
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