Em um único dia, foram realizadas cerca de 2 mil cirurgias eletivas (não urgentes), 4,5 mil consultas e 22,7 mil exames, que foram pré-marcados para ocorrer neste sábado. Foram as principais marcas do mutirão de atendimentos hospitalares promovido, neste sábado (13), pelo governo.
A ação, chamada de Dia E, faz parte do programa Agora Tem Especialistas, com o qual o governo federal pretende reduzir a fila de atendimentos do SUS. Devido à falta de médicos, um paciente em geral precisa aguardar meses para ser atendimento com um especialista, como um cardiologista ou oncologista.
Cerca de 45 hospitais, em 25 estados, participam do mutirão, que inclui cirurgias eletivas, exames e consultas com especialistas. Os atendimentos aconteceram em várias especialidades, como cardiologia, ortopedia, oftalmologia e saúde da mulher.
O presidente Lula (PT) lembrou do papel do Sistema Único de Saúde (SUS) durante a pandemia de Covid-19 e disse que não há ideologia quando se fala na saúde da população. “Em se tratando de saúde, você não tem esse negócio de direita e esquerda, tem é pessoas comprometidas com a saúde do povo brasileiro”, disse no Hospital Universitário de Brasília (HUB). “A gente paga hora extra, agora é o seguinte, a gente vai ter que fazer mais”, brincou Lula para uma plateia formada por funcionários do hospital e pacientes”, completou.
MAIS DE 3,2 MIL PROFISSIONAIS
O mutirão teve turnos extras e envolvimento direto de mais de 2,5 mil médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e demais especialistas, além de aproximadamente 700 estudantes. Ao todo, mais de 3,2 mil profissionais participam do mutirão.
Está previsto no programa o atendimentos na rede privada, com o abatimento, por exemplo, de dívidas de operadoras de Saúde com o SUS. Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cerca de 190 hospitais demonstraram interesse em aderir.
com informações da Agência Brasil
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