Após dois anos de massacre israelense contra o povo palestino, o governo de Israel e o grupo Hamas assinaram, nesta quinta (9) um acordo de cessar-fogo no Egito. Podemos ver o fim de bombardeios e fome na Faixa de Gaza, com saldo superior a 67 mil mortos.
O pacto foi mediado por Catar, Egito, Turquia e Estados Unidos (que apoiou e financiou Israel o tempo todo). O acordo prevê a libertação de reféns israelenses em troca de cerca de dois mil prisioneiros palestinos, além da entrada imediata de comboios com alimentos e medicamentos.
Pelo texto, as forças israelenses devem iniciar uma retirada parcial do território e suspender as operações militares. O Hamas deve libertar os reféns que ainda permanecem em cativeiro desde os ataques de outubro de 2023.
INCERTEZAS
Segundo autoridades envolvidas, a trégua será efetiva após ratificação do gabinete israelense. Mas, há incertezas. A lista de prisioneiros palestinos a serem libertos não foi concluída, e o destino de dezenas de reféns continua indefinido.
E não há consenso sobre o futuro político de Gaza nem sobre o papel do Hamas no território. O acordo é o primeiro passo de uma negociação frágil e dependente de garantias internacionais.
com informações do iG e Portal Vermelho
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