Na China, uma nova lei exige que influenciadores digitais comprovem formação ou certificação técnica antes de publicar conteúdo sobre temas como medicina, direito, finanças e educação.
Segundo o governo, a lei tem como objetivo conter a desinformação nas plataformas digitais. Redes como Douyin, Weibo e Bilibili serão responsáveis por verificar as credenciais dos criadores e garantir que seus conteúdos apresentem fontes e avisos de transparência.
Os influenciadores desse temas terão um prazo (alguns relatos mencionam “dois meses” após a publicação da norma) para comprovar suas credenciais ou serem impedidos de produzir esse tipo de conteúdo.
ESTADO E LIBERDADE DE EXPRESSÃO
As plataformas têm obrigação de checar credenciais, armazenar registros de criadores, remover ou suspender contas que falhem em comprovar qualificação ou que publiquem conteúdo sem declaração de fontes ou sem deixar claro que pode envolver IA ou dramatização.
O não cumprimento das regras pode gerar multas ou suspensão de conta. A medida levanta a discussão sobre até que ponto o Estado pode definir quem pode falar sobre “temas sérios” e se tudo realmente é liberdade de expressão.
com informações da Band Jornalismo
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