As políticas implementadas pelo presidente da direita, Javier Milei, pioraram tanto a vida da população que a Argentina tem a quarta greve geral em três anos. Nesta quinta (19), a paralisação é contra a reforma trabalhista que, segundo as centrais sindicais, sucateia as condições e direitos dos trabalhadores do país.
Os protestos acontecem no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados vota a proposta de Milei, aprovada pelo Senado na semana passada. O projeto reduz indenizações, permite pagamentos em bens ou serviços, estende a jornada diária de trabalho para até 12 horas e limita o direito de greve, entre outros pontos.
Convocada pela principal central sindical do país, a CGT, a greve parou trens, metrôs, ônibus e aviões. “Queremos dizer ao governo que o povo não lhe deu o voto para que lhe tire direitos”, declarou Cristian Jerónimo, da Central.
Com a política de Milei, a Argentina apresenta sinais de queda na atividade industrial, com mais de 21 mil empresas fechadas nos últimos dois anos e a perda de cerca de 300 mil postos de trabalho, segundo fontes sindicais.
com informações do Brasil de Fato
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