Após desbaratar um esquema de descontos indevidos feitos por algumas entidades em contas de milhares de aposentados e pensionistas, o governo Lula (PT) tem assegurado proteção e agilidade no ressarcimento aos beneficiários prejudicados. Já foram devolvidos R$ 2,1 bilhões a 3,1 milhões de pessoas lesadas.
Segundo as investigações, as fraudes começaram em 2019 e se intensificaram até 2022, período do governo de Jair Bolsonaro (PL), cujas ligações com os ostentadores da farra do INSS têm sido expostas na CPMI no Congresso.
Os valores ressarcidos incluem os mais de 500 mil beneficiários que já haviam contestado descontos e aguardavam a análise da resposta das entidades. A contestação pode ser feita até 14 de novembro, mas a adesão ao acordo de ressarcimento continuará disponível para quem tiver direito.
Feito de forma gratuita, o procedimento não exige envio de documentos. Têm direito ao acordo beneficiários que contestaram descontos indevidos e não receberam resposta da entidade em até 15 dias úteis. E aqueles que receberam resposta irregular da entidade, como assinaturas falsificadas ou gravações de áudio no lugar de comprovantes válidos.
CUIDADO COM GOLPES
Atenção para não cair em golpes. O INSS não envia links, SMS ou mensagens com pedido de dados; não cobra taxas nem solicita intermediários; e toda a comunicação é feita pelos canais oficiais: aplicativo Meu INSS, pelo site gov.br/inss, pela Central 135 e pelas agências dos Correios.
com informações do portal R7
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