Na luta contra os efeitos do tarifaço dos EUA, o Brasil segue buscando abrir mercados para os produtos brasileiros. No México, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, lidera a comitiva brasileira que busca de fortalecer as relações políticas e ampliar os laços comerciais e de investimentos entre os dois países.
O ponto alto da agenda é uma audiência com a presidenta do México, Claudia Sheinbaum, no Palácio Nacional, nesta quinta (28). “A tarefa é a gente aproximar ainda mais essas duas maiores democracias da América Latina e maiores economias da América Latina. Investimentos recíprocos, complementaridade econômica, comércio exterior, turismo, visto eletrônico, aproximar aí duas grandes nações para a gente ter mais comércio, mais investimento, mais emprego, mais oportunidades”, disse Alckmin durante café da manhã com os empresários.
Na missão, o governo quer destravar oportunidades em áreas como indústria, agronegócio, saúde e tecnologia. O vice-presidente defendeu a atualização do Acordo de Complementação Econômica nº 53 (ACE 53), assinado com o México em 2002 e que trata da eliminação ou redução de tarifas de importação para um universo de aproximadamente 800 posições tarifárias.
Em 2024, as transações entre Brasil e México somaram US$ 13,6 bilhões. As exportações brasileiras totalizaram US$ 7,8 bilhões, com destaques para vendas de automóveis de passageiros, carnes de aves e suas miudezas e veículos para transporte de mercadorias.
com informações da Agência Brasil
Compartilhe no WhatsApp



Comments