A líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, celebrou o sequestro de Nicolás Maduro, pelos Estados Unidos. Mas, em entrevista coletiva, o presidente Donald Trump descartou apoiar a oposicionista como liderança em um eventual período de transição de governo.
Trump afirmou, neste sábado (3), após a invasão militar na Venezuela, que o seu governo vai administrar o país latino-americano, a partir de agora, até que se possa fazer uma transição de poder. “Vamos administrar o país até que possamos realizar uma transição segura, adequada e criteriosa. Não queremos nos envolver em colocar outra pessoa no poder e acabar na mesma situação que tivemos por um longo período de anos”, disse o norte-americano.
De acordo com Trump, os Estados Unidos ‘estão lá agora’. “O que as pessoas não entendem — mas passam a entender quando digo isto — é que estamos lá agora, e vamos permanecer até que a transição adequada possa ocorrer. Portanto, vamos ficar e, essencialmente, administrar o país até que uma transição correta seja possível”, disse em uma coletiva de imprensa transmitida de sua residência particular no resort de Mar-a-Lago, em Palm Beach, na Flórida.
RESUMO DA ÓPERA – O fato confirma, como no episódio envolvendo a família Bolsonaro, que Donald Trump trata “aliados” como instrumentos dos seus interesses. Assim que conquista o que quer, descarta e trai os bajuladores. “Ela não tem apoio nem respeito dentro do país. Ela é uma mulher muito simpática, mas não tem o respeito necessário”, disse Trump sem cerimônias.
com informações da Agência Brasil e Revista Fórum
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