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Distribuidoras de combustíveis serão investigadas por preços abusivos

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Foto: Jonathan Lins / Secom Maceió

Após analisar ajustes desproporcionais nos preços de combustíveis pelas distribuidoras, a AGU (Advocacia-Geral da União) pediu ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), à PF (Polícia Federal) e a outros órgãos de controle uma investigação sobre práticas anticoncorrenciais. O indício é de que distribuidores e revendedores não estariam repassando ao consumidor as reduções de preços definidas pelas refinarias.

Segundo a AGU, há indícios de práticas anticoncorrenciais na formação dos preços de gasolina, de óleo diesel e de GLP. Também foram analisados problemas na formação de preços, especialmente na Região Norte, relacionados à Refinaria do Amazonas, além de problemas na formação de preços no mercado de distribuição de gás liquefeito de petróleo (GLP).

Uma nota informativa do Departamento de Combustíveis Derivados de Petróleo, vinculada ao Ministério de Minas e Energia e analisada pela AGU, confirma prática de reajustes desproporcionais aos ajustes realizados pelas refinarias.

Entre julho de 2024 e junho de 2025, foram identificados 7 reajustes de preços realizados pela Petrobras: 3 aumentos e 4 reduções. Quando houve aumento nos valores das refinarias, distribuidores e revendedores repassaram integralmente, e muitas vezes em proporções maiores, esses aumentos. Mas, nas reduções, os repasses foram inferiores, resultando em ganhos extras para os intermediários e prejuízo ao consumidor final.

com informações da CNN Brasil

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