Amantes de chocolate amargo ganharam uma boa notícia da ciência. Um estudo publicado na revista científica Aging, detalha como a teobromina, presente nos grãos de cacau, pode ser uma peça-chave na prevenção de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer, e na regulação metabólica.
“O que nossos resultados sugerem é que a teobromina pode estar influenciando a atividade de certos genes e isso, por sua vez, pode estar relacionado ao envelhecimento e à saúde”, explica Jordana Bell, professora de epigenômica do King’s College London e principal autora do estudo.
Para obter os benefícios citados no estudo, os especialistas recomendam o consumo de chocolate com altos teores de sólidos de cacau (acima de 70%), evitando versões com excesso de açúcar e gorduras hidrogenadas, que podem anular os efeitos positivos do composto.
“Considerando seus múltiplos benefícios e a baixa incidência de efeitos colaterais, a teobromina e seus derivados podem servir como agentes promissores para a preservação da saúde cerebral e o tratamento de distúrbios metabólicos em humanos”, conclui o estudo.
com informações da Revista Fórum
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