A posição do governo Lula (PT), contra a interferência externa dos EUA nos assuntos interno e a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, tem recebido apoios importantes no País.
Desta vez foi o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que manifestou, neste domingo (20), preocupação com o agravamento das tensões diplomáticas e jurídicas entre Brasil e Estados Unidos. A entidade repudiou as sanções aplicadas pelo governo norte-americano contra o país, classificando a medida como ingerência inadmissível nos assuntos internos.
No documento, a OAB reafirma “seu compromisso de defesa incondicional da soberania nacional e do Estado Democrático de Direito, rechaçando qualquer tentativa de interferência externa na ordem jurídica pátria”. “As instituições brasileiras têm autonomia para deliberar sobre temas internos, sem subordinação a pressões estrangeiras”.
BRASIL SOBERANO
A OAB reforçou sua vigilância contra “qualquer abuso, ilegalidade ou inconstitucionalidade”, convocando os três poderes, inclusive o STF” a garantir os direitos assegurados pela Constituição e o devido processo legal.
Por fim, destaca que o Brasil é uma nação afeita ao diálogo e à conciliação. Mas, não renuncia à sua soberania”. A entidade prestou solidariedade aos brasileiros afetados pelas medidas externas e pediu união da sociedade em defesa da economia e dos interesses nacionais.
com informações da OAB Nacional
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