Levantamento do IBGE mostra que, hoje, a Bahia é a maior economia do Nordeste, com quase 30% do PIB regional, e ocupa a sétima posição nacional. O Estado é o que mais recebe turistas na região e avança também em novas frentes no agronegócio, indústria, energias renováveis e mineração.
A região Nordeste voltou a ser o segundo maior mercado consumidor do país, com 18,6% de participação. Isso é resultado do aumento do fluxo de turistas e à melhoria no padrão de emprego com carteira assinada, segundo Marcos Pazzini, coordenador do IPC Maps 2025, estudo sobre o potencial de consumo de Estados e municípios com dados do IBGE.
Em termos nominais, a expansão do consumo regional foi de 14,8%. Considerando as capitais, Salvador se destaca ocupando a 6ª posição, com um volume de gastos estimado em R$ 101,41 bilhões por ano. Fortaleza (CE) é a segunda capital do Nordeste e a 7º no Brasil. Recife está no terceiro lugar regional, seguida por São Luís, Maceió, João Pessoa, Natal, Teresina e Aracaju.
FORÇA DO INTERIOR
O estudo mostra a força do interior na região. Entre os 1.793 municípios nordestinos, 194 agora movimentam mais de R$ 1 bilhão por ano, um salto de 26 cidades em relação ao levantamento anterior do IPC Maps. O consumo está sendo puxado pelos domicílios nas classes B e C, sem a prevalência tradicional das classes alta e baixa.
Por conta desse cenário, as projeções são otimistas. Entre 2027 e 2034, a previsão é de que a região será líder no crescimento do país, com incremento anual no PIB de 3,2%, enquanto a média nacional será de 2,3%.
com informações do Valor Econômico
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